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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Testemunho Pessoal - Guarda do Sábado

No último jogo do Brasil, (que caiu em um sábado), fiz uma decisão pessoal de ñ acompanhá-lo porque eu entendo que esse dia ñ pertence a mim e sim ao Deus a quem eu sirvo, portanto, durante o SÁBADO eu priorizo os interesses dEle e ñ os meus...
 
Mas quais são os interesses de Deus!? Simples.
Estar em uma comunhão íntima com Ele e com o meu próximo, dando-lhe acesso ao pão material e princiaplmente o espiritual.
O fato é que Deus sempre soube que durante a semana entraríamos de cabeça em uma rotina frenética e por conta disso tem sido cada vez mais desafiador cuidar dos interesses divinos. E foi para conseguíssemos isso que Ele, em Sua infinita sabedoria, criou e separou o SÁBADO.
 
Quando eu decidi ñ acompanhar o jogo eu ñ apenas decidi ñ ligar a televisão, mas também desligar o meu celular e ñ acessar a internet. Na era da internet e dos aplicativos de celular é bem difícil se desligar do mundo e foi por isso que resolvi desconectar-me por completo.
Sim! Eu escutei os fogos e os gritos de comemoração , mas consegui controlar a minha curiosidade e principalmente guardar o SÁBADO.  
Essa atitudade que eu tive me fez refletir em duas coisas. A primeira é que frequentemente deixamos de guardar o santo dia do Senhor, e nem precisa ter jogo do Brasil para isso. Basta ligar um computador ou um celular... Ñ sei vc , mas a partir dessa reflexão eu percebi que a minha timeline ñ guarda o sábado.
 
A segunda coisa em que eu fiquei refletindo foi no que está escrito em Isaías 58:13 e 14.
"Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras,
Então te deleitarás no Senhor, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse."
 
Conheço esses versículos desde que eu me entendo por gente, pois meu pai fez da leitura deles uma tradição em nossa família. O que mais me encanta nesse texto desde criança é a promessa de um dia poder cavalgar sobre as alturas da terra, ou seja, voar. Não sei se isso acontecerá com um cavalo alado, com asas ou apenas flutuando, só sei que a promessa é essa e que ela se cumprirá apenas para aqueles que forem guardadores do SÁBADO.
 
No mais, termino esse testemunho pessoal fazendo minhas as pelavras do Michelson Borges e orando a Deus para que a minha vida influencie outras pessoas a decidirem caminhar sempre no caminho da verdade.
 
"Jesus disse que quem é fiel no pouco, também é fiel no muito. As “pequenas” decisões de hoje estão nos preparando para as grandes decisões de amanhã – quando teremos que proclamar nossa fé ao custo da própria vida. O exercício de fazer a vontade de Deus, ainda que a nossa seja outra, vai nos acostumando a fazer o que é certo, não com base em nossos sentimentos e desejos, mas com base em nossa decisão de agradar a Deus e na confiança de que Ele sabe o que é melhor para nós. Prefiro fazer a vontade de Deus contra a minha do que a minha contra a dEle."
 
 
"Porém, não nos esqueçamos de que “cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus. Portanto, deixemos de julgar uns aos outros. Em vez disso, façamos o propósito de não colocar pedra de tropeço ou obstáculo no caminho do irmão. [...] Assim, seja qual for o seu modo de crer a respeito destas coisas, que isso permaneça entre você e Deus. Feliz é o homem que não se condena naquilo que aprova” (Rm 14:12, 13, 22)."  (Michelson Borges)

 
 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

MOLDA-ME

"Senhor, toma meu coração; pois não o posso dar. É Tua propriedade. Conserva-o puro; pois não posso conservá-lo para Ti. Salva-me a despeito de mim mesmo, tão fraco e tão dessemelhante de Cristo. Molda-me, forma-me e eleva-me a uma atmosfera pura e santa, onde a rica corrente de Teu amor possa fluir por minha alma." - Parábolas de Jesus, pg. 159




(Música "Molda-me" interpretada por Naielly Leite)

sábado, 23 de junho de 2012

Como guardar o SÁBADO

A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-11; 31:13-17; Ez 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da semana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gn 2:2, 3), separando-o para uso sagrado e transformando-o em um canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam esse dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-11).

A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” Com base nesses princípios, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma neste documento seu compromisso com a fidelidade à observância do sábado.

Vida de santificação. A verdadeira observância do sábado se fundamenta em uma vida santificada pela graça de Cristo (Ez 20:12, 20); pois, “a fim de santificar o sábado, os homens precisam ser santos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 283).

Crescimento espiritual. Como “um elo de ouro que nos une a Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 352), o sábado provê um contato mais próximo de Deus. Como tal, não devemos permitir que outras atividades, por mais nobres que sejam, enfraqueçam nossa comunhão com Deus nesse dia.

Preparação para o sábado. Antes do pôr do sol da sexta-feira (cf. Lv 23:32; Dt 16:6; Ne 13:19), as atividades seculares devem ser interrompidas (cf. Ne 13:13-22); a casa deve estar limpa e arrumada; as roupas, lavadas e passadas; os alimentos, devidamente providenciados (cf. Êx 16:22-30); e os membros da família, já prontos.

Início e término do sábado. O sábado é um dia de especial comunhão com Deus, e deve ser iniciado e terminado com breves e atrativos cultos de pôr do sol, com a participação dos membros da família. Nessas ocasiões, é oportuno cantar alguns hinos, ler uma passagem bíblica, seguida de comentários pertinentes, e expressar gratidão a Deus em oração. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 356-359.)

Pessoas sob nossa influência. O quarto mandamento do Decálogo orienta que, no sábado, todas as pessoas sob nossa influência devem ser dispensadas das atividades seculares (Êx 20:10). Isso implica os demais membros da família, bem como os empregados e hóspedes; que também sejam estimulados a observar o sábado.

Espírito de comunhão. Como dia por excelência de comunhão com Deus (Ez 20:12, 20), o sábado deve se caracterizar por um prazeroso e alegre compromisso com as prioridades espirituais, com momentos especiais de leitura da Bíblia, oração e, se possível, de contato com a natureza (cf. At 16:13). Esse compromisso deverá ser mantido na escolha dos assuntos abordados também em nossos diálogos informais com familiares e amigos.

Reuniões da igreja. Somos admoestados a não deixar “de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb 10:25). Portanto, as programações e atividades regulares da igreja aos sábados devem ter precedência sobre outros compromissos pessoais e sociais, mesmo que estes sejam pertinentes para o sábado.

Casamentos e festas. O convite para deixar de lado nossos “próprios interesses” no sábado (Is 58:13) indica que casamentos e festas, incluindo seus devidos preparativos, devem ser realizados fora desse período sagrado. Casamentos e algumas festas mais suntuosas não devem ser planejados para os sábados à noite, pois seus preparativos envolvem expectativas e atividades não condizentes com o espírito de comunhão com Deus.

Mídia secular. A mídia secular, em todas as suas formas, deve ser deixada de lado durante as horas do sábado, para que este, rompendo com a rotina da vida, possa ser um dia “deleitoso e santo” (Is 58:13).

Esportes e lazer. Muitas atividades esportivas e de lazer, aceitáveis durante a semana, não são condizentes com a observância do sábado, pois desviam a mente das questões espirituais (Is 58:13).

Horas de sono. A Bíblia define o sábado como dia de “repouso solene” (Êx 31:15), e não como dia de recuperar o sono atrasado da semana. Ricas bênçãos advirão de levantar cedo no sábado, dedicando esse dia ao serviço do Senhor. (Ver Conselhos Sobre a Escola Sabatina, p. 170.)

Viagens. A realização de viagens por questões de trabalho ou interesses particulares é imprópria para o sábado. Existem, porém, ocasiões excepcionais em que se torna necessário viajar no sábado para atender a algum compromisso religioso ou situações emergenciais. Sempre que possível, os devidos preparativos, incluindo a compra de passagens e o abastecimento de combustível, devem ser feitos com a devida antecedência. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 359, 360.)

Excursões e acampamentos. A realização de excursões e acampamentos pode promover a socialização cristã (cf. Sl 42:4). Mas seus organizadores e demais participantes devem chegar ao devido local antes do início do sábado e montar sua estrutura, incluindo suas barracas, de modo que o santo dia possa ser observado segundo o mandamento. Além disso, as atividades durante as horas do sábado devem ser condizentes com o espírito sagrado desse dia.

Restaurantes e alimentação. A recomendação de que o alimento deve ser provido com a devida antecedência (Êx 16:4, 5; 22-30) significa que ele deve ser comprado fora das horas do sábado, e que a frequência a restaurantes comerciais nesse dia deve ser evitada.

Medicamentos. A compra de medicamentos durante o sábado é aceitável em situações emergenciais (cf. Lc 14:5), e imprópria quando a pessoa já os necessitava, e acabou postergando sua compra para esse dia.

Estágios e práticas escolares. O quarto mandamento do Decálogo (Êx 20:8-11) desabona a realização de atividades seculares no sábado, que gerem lucro ou benefício material. Envolvidos em tais atividades estão os programas de planejamento e preparo para a vida profissional, incluindo a frequência às aulas e a participação em estágios, simpósios, seminários e palestras de cunho profissional, concursos públicos e exames seletivos. Em caso de confinamento para a prestação de exames após o término do sábado, as horas desse dia devem ser gastas em atividades espirituais.

Escolha e exercício da profissão. A estrutura da sociedade em geral nem sempre favorece a observância do sábado, e acaba disponibilizando profissões e atividades que, embora sejam dignas, dificultam essa prática. Os adventistas do sétimo dia devem escolher e exercer profissões condizentes com a devida observância do sábado. Somos advertidos de que, se alguém, “por amor ao lucro, consente em que o negócio em que tem interesses seja atendido no sábado pelo sócio incrédulo, esse alguém é tão culpado quanto o incrédulo; e tem o dever de dissolver a sociedade, por mais que perca por assim proceder” (Evangelismo, p. 245).

Instituições de serviços básicos. A orientação de não fazer “nenhum trabalho” durante o sábado (Êx 20:10) indica que os observadores do sábado devem se abster de trabalhar nesse dia, mesmo em instituições seculares de serviços básicos. Instituições denominacionais que não podem fechar aos sábados (cf. Jo 5:17), incluindo os internatos adventistas, devem ser operadas nesse dia por um grupo reduzido e em forma de rodízio.

Atividades médicas e de saúde. Existem situações emergenciais que os profissionais da saúde devem atender, com base no princípio de que “é lícito curar no sábado” (Lc 14:3). Os hospitais adventistas necessitam dos préstimos de uma equipe médica, de enfermagem e de outros serviços básicos para o funcionamento nas horas do sábado. Mas os plantões rotineiros, tanto médicos quanto de enfermagem, em hospitais não adventistas, são impróprios para as horas do sábado. (Ver Ellen G. White Estate, “Conselhos de Ellen G. White Sobre o Trabalho aos Sábados em Instituições Médicas Adventistas e Não Adventistas”, em www.centrowhite.org.br.)

Projetos assistenciais. Cristo disse que “é licito, nos sábados, fazer o bem” (Mt 12:12). Isso significa que “toda atividade secular deve ser suspensa, mas as obras de misericórdia e beneficência estão em harmonia com o propósito do Senhor. Elas não devem ser limitadas a tempo ou lugar. Aliviar os aflitos, confortar os tristes, é um trabalho de amor que faz honra ao dia de Deus” (Beneficência Social, p. 77). Portanto, é lícito nas horas sagradas do sábado visitar enfermos, viúvas e órfãos, encarcerados e compartilhar uma refeição. Ações sociais que podem ser realizadas em outro dia não devem tomar as sagradas horas do sábado.

Atividades missionárias. O apóstolo Paulo usava o sábado para persuadir “tanto judeus como gregos” acerca do evangelho (At 18:4, 11; cf. 17:2), demonstrando a importância de se reservar um tempo especial nesse dia para atividades missionárias. Sempre que possível, os membros da família devem participar juntos dessas atividades, para desfrutar a socialização cristã e desenvolver o gosto pelo cumprimento da missão evangelística.

Como adventistas do sétimo dia, somos convidados a seguir o exemplo de Deus ao descansar no sétimo dia da semana da criação (Gn 2:2-3; Êx 20:8-11; 31:13-17; Hb 4:4-11), de modo que o sábado seja, para cada um de nós, um sinal exterior da graça de Deus e um canal de Suas incontáveis bênçãos.



(Documento emitido pela Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia - Via www.criacionismo.com.br ) 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

JESUS

Só hoje li essa mensagem enviada por e-mail por um colega de faculdade.
Achei legal compartilhar essa mensagem com vcs.

Que JESUS seja sempre o centro das nossas vidas!
Feliz sábado!


Jesus

João 21:25


De todos os nomes dados aos homens desde o alvorecer dos tempos, um permanece isolado, solitário, inalterável. Apesar de hoje muitos seres humanos tomarem esse nome em vão, um dia todo joelho no Céu e na Terra se dobrará perante Aquele que carrega esse nome e toda boca declarará que Ele é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. Esse nome é a palavra mais doce que pode ser proferida pelos lábios de uma pessoa; ele nos sustenta e nos conforta ao longo da vida; ele será a nossa segurança ao embarcarmos na jornada final da vida. Jesus! Todas as nossas esperanças para este mundo e para o próximo centralizam-se nEle. As maiores alegrias, as aspirações mais elevadas, as motivações puras proveem dEle. Todos os outros nomes passarão; dEle, jamais. Em meio a tantos compromissos e deveres, o homem, embora leve muito tempo perceberá que o único assunto que realmente importa é Jesus, cheio de graça. E cedo ou mais tarde sua mente entenderá que a única pregação que realmente importa é aquela em que Jesus ocupa o primeiro lugar, o último e o centro. Ele é perfeitamente e excepcionalmente a personificação da graça. Portanto, todo aquele que O busca encontrará bênçãos, pois a graça de Jesus fluirá pelo o mais íntimo de seu ser, animando e transformando seu coração e sua vida. Jesus é maravilhoso. Ele é o Homem de encantos inigualáveis. Ele é nosso Amigo, nosso Salvador, nosso Senhor. Ele é a fonte da graça. Jesus é o único que apesar de nossas falhas, nos concede bênçãos que estão sempre acompanhadas à sua mensagem. Sempre. Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Então O busque, pois ele é a fonte de água viva, e saiba que ele te receberá como você é, incondicionalmente.

Maycon Rocha

terça-feira, 19 de junho de 2012

Temperança

  "Quão bom seria se todo o filho de Deus tivesse a impressão da necessidade de ser moderado na comida, no vestuário, no trabalho, de modo que faça a melhor obra para a causa de Deus. Quando o obreiro se vê sob a pressão do trabalho e dos cuidados, e se acha sobrecarregado mental e fisicamente, deve afastar-se e descansar um pouco, não para uma satisfação egoísta, mas a fim de se preparar melhor para futuros deveres. Temos um inimigo vigilante, que se acha sempre em nosso encalço, para se aproveitar de toda fraqueza e tornar eficazes para o mal suas tentações. Quando a mente se acha esgotada e o corpo enfraquecido, ele se pode aproveitar e pressionar a alma com as mais fortes tentações, para fazer cair o filho de Deus. Que o obreiro do Senhor economize cuidadosamente suas forças; e quando cansado das tarefas que repousam sobre ele, afaste-se e descanse e comungue com Jesus. Review and Herald, 14 de novembro de 1893.

    O mau uso de nossas forças físicas abrevia o período de tempo em que nossa vida pode ser usada para a glória de Deus. E nos incapacita para cumprir a obra que Deus nos deu para fazer. Condescendendo com a formação de maus hábitos, recolhendo-nos tarde, satisfazendo o apetite com prejuízo da saúde, pomos os fundamentos da debilidade. Negligenciando os exercícios corporais, fatigando em excesso a mente ou o corpo, desequilibramos o sistema nervoso. Os que assim desconsiderando as leis naturais, encurtam a vida e se desqualificam para a obra, são culpados de roubo para com Deus. E também estão roubando a seus semelhantes. A oportunidade de abençoar a outros, que é justamente a obra para cuja execução Deus os enviou ao mundo, foi abreviada por seu próprio procedimento. E incapacitaram-se para fazer mesmo aquilo que poderiam ter realizado em espaço de tempo mais breve. O Senhor considera-nos culpados quando por nossos hábitos prejudiciais privamos o mundo do bem. Parábolas de Jesus, págs. 346 e 347.

    Nosso Deus é sempre misericordioso, cheio de compaixão, e razoável em todos os Seus reclamos. Não requer que sigamos um procedimento que resulte em perda de nossa saúde ou no enfraquecimento das nossas faculdades mentais. Ele não quer que trabalhemos sob uma pressão, uma tensão tais que nos levem ao esgotamento e à prostração dos nervos. O Senhor nos deu raciocínio, e espera que o exerçamos, e procedamos de acordo com as leis da vida que se acham em nós, obedecendo-lhes, de modo a termos um organismo bem equilibrado. Um dia segue a outro dia, e cada um deles traz consigo suas responsabilidades e deveres, mas a obra de amanhã não se deve fazer entrar à força no dia de hoje. Os obreiros da causa de Deus devem sentir quão sagrado é o caráter da mesma, e se devem preparar para a obra do dia seguinte mediante o emprego judicioso de suas faculdades hoje. Review and Herald, 7 de novembro de 1893. "




(Texto retirado do livro Serviço Cristão, pag. 188-189.)

sábado, 24 de março de 2012

Caminhada rumo a Canaã

Calebe sempre foi um personagem bíblico que me impressiona muito, pois ele era um homem otimista, corajoso e fiel a Deus. Acho que por conta disso todos gostavam de ficar perto dele.
            Antes do povo de Israel ficar andando pelo deserto durante 40 anos, ele teve a oportunidade de tomar posse de Canaã e não o fizeram porque a maioria dos espias enviados para verificarem as condições da terra prometida ficou com medo e orientou o povo a não se arriscar embora aquele fosse o plano de Deus. Foi por isso que o povo teve que andar no deserto por mais 40 anos. Apenas Calebe e seu amigo Josué permaneceram firmes nas promessas de Deus e acreditaram que era possível possuir Canaã.
            Ao ler Josué 14:6-15, fico impressionado em ver que depois da longa jornada pelo deserto e da posse de Canaã, o mesmo ânimo, força e atitude que Calebe tinha quando jovem, ele ainda apresentava com 85 anos de idade, tanto que, ao escolher o pedaço de terra que iria pertencer a sua família ele não preferiu o mais fácil e sendo aquele espaço ainda habitado por cananeus se dispôs a lutar por ele. De fato ele é um grande exemplo de coragem e de confiança em Deus.
            Em contra partida, quando lemos o capítulo 17 de Josué vemos uma situação um pouco contrária. É o momento em que Josué está decidindo junto a meia tribo de Manassés qual seria o pedaço de terra que eles teriam como herança. Eles alegaram que a herança deles era pouca para o tamanho do seu povo e por conta disso Josué ofereceu-lhes outro local, só tinha um detalhe, esta montanha oferecida como terra para eles, assim como a terra de Calebe, ainda pertencia a alguns cananeus. Diferentemente de Calebe esta tribo exclamou: “A região montanhosa não nos basta; e todos os cananeus que habitam na terra do vale têm carros de ferro, tanto os que estão em Bete-Seã e suas vilas como os que estão no vale de Jezreel”. (Josué 17:16)
            Incrível como frequentemente nós tendemos a tomar a mesma atitude da tribo de Manassés de preferir sempre mais, mas principalmente de preferir o mais fácil. Em nenhum momento eles lembraram que Deus havia prometido toda a Canaã para o seu povo e, portanto, Ele seria fiel e lhes concederia a terra, eles tinham apenas que fazer a parte deles.
            Na caminhada rumo a Canaã celestial nós encontramos muitos obstáculos, e apesar do fato de que caminhar ao encontro de Jesus seja prazeroso, essa caminhada de vez em quando se faz árdua. Por quantas vezes nos sentimos incapazes e fracos para completá-la? Mas é nessas horas que devemos nos lembrar de que Deus nos prometeu esta terra e que Ele não falha, logo, um dia iremos habitar nela. Às vezes é necessário que guerreemos contra alguns gigantes, destruamos alguns carros de ferro e derrubemos algumas árvores para abrir caminho, mas tudo valerá a pena, pois no final ganharemos uma recompensa. Recompensa dada apenas para aqueles que acreditarem nas promessas de Deus e forem fiéis a elas, e além de tudo lutarem por ela.

sábado, 3 de março de 2012

Esforço humano + Poder de Deus

A cegueira era muito comum na época de Jesus, e suas causas eram várias: anomalias congênitas, infecção, lepra, catarata ou idade anaçada e os judeus associavam a cegueira, outras doenças e todos os tipos de sofrimentos ao pecado. No início do capítulo 9 do livro de João lemos a história de um cego de nascença e vemos como alguns judeus se aproveitaram da história para mais uma vez questionarem a Jesus. Ao perguntarem se a causa da cegueira daquele homem era o seu próprio pecado ou o pecado dos seus pais, Jesus respondeu a eles assim: “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus.” (João 9:3)
Ao ler coisas como estas eu dou glórias a Deus, pois assim consigo entender que muitos dos meus sofrimentos serviram para a manifestação da glória de Deus e assim muitos O conheceram e creram Nele.
Porém, o que mais me chama atenção neste relato bíblico se encontra nos seguintes versículos. “Dito isso, cuspiu na terra e, tendo feito lodo com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego, dizendo-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé. Ele foi, lavou-se e voltou vendo.” (João 9:6-7) O que me impressiona nesses textos não é o milagre em si, até porque Deus faz milagres até hoje, basta apenas crermos. O que me impressionou foi o fato de Jesus ter passado lodo nos olhos do cego e tê-lo mandado lavar. Porque Jesus fez isto se o poder não vinha do lodo e muito menos do tanque de Siloé, e sim Dele? Com apenas uma palavrinha de Jesus o cego poderia enxergar mais do que qualquer outra pessoa, mas então porque Deus usou outro recurso e ainda “deu trabalho” para o cego?
A resposta é simples... Tanto quanto possível, Deus quer que façamos a nossa parte. Se Deus não nos estimulasse a fazermos a nossa parte, a operação de milagres nos encorajaria a preguiça.
Durante o tempo em que Jesus andou por este mundo algumas pessoas O seguiram apenas porque Ele os sustentava e não porque de fato O aceitavam. Muitos até hoje apenas se “convertem” para tentar garantir que Deus não os desampare no que diz respeito ao vestuário alimentação e outros benefícios. É por isso que Deus não nos dá tudo com tanta facilidade. Ele espera que não sejamos preguiçoso, que façamos a nossa parte, e no mais, Ele com certeza nos abençoará.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"Vem a Igreja contente..."


Algumas pessoas dizem não precisar de frequentar uma igreja para se manterem fiéis a Deus e aos seus princípios. Tenho que concordar que a igreja por si só não salva ninguém, mas também tenho que admitir que o convívio entre irmão é essencial para nossa vida cristã.

Lendo um pouco sobre isso achei algo que na verdade é um conselho, e que me esclarece bem sobre esse assunto. E como coisa boa deve ser compartilhada...aproveitem!! =D

"O irmão K, custasse o que custasse, devia sentir-se sob a mais solene obrigação de assistir com sua família, ao menos as reuniões anuais daqueles que amam a verdade. Isso haveria de fortalecer a ele e aos seus, preparando-os para as provações e os deveres. Não é bom para eles perderem o privilégio de associar-se com as pessoas da mesma fé; pois a verdade perde aos olhos deles sua importância, seu coração deixa de ser iluminado e vivificado por sua santificadora influência, e perdem a espiritualidade. Não são fortalecidos pelas palavras do pregador vivo. Pensamento e empreendimentos mundanos ocupam de contínuo sua mente, com exclusão dos assuntos espirituais."  (Serviço Cristão, pag. 150)

Bom dia para todos!! =D

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O Real Sentido da Minha Vida

Sabe aqueles dias em que tudo parece ruim? A claridade do sol parece desnecessária, a chuva leve irritante, o café da manhã sem sabor e a vida sem humor? Foi assim que eu acordei hoje, mas felizmente a influência do Espírito Santo prevaleceu e a partir dos meus próprios questionamentos fui inclinada a buscar consolo e paz na leitura e meditação da palavra de Deus e dos outros escritos também inspirados por Ele.
            Há algum tempo tenho andado um pouco desanimada e hoje, em especial, acordei sem saber de fato se os meus planos, por melhores que sejam, tem algum sentido. Acordei imaginando que talvez todas as coisas boas da minha vida não fossem feitas para durarem para sempre e que todo o meu esforço para mantê-las seria em vão. Mas foi aí que o meu maravilhoso Deus entrou com a Sua misericórdia infinda e a Sua forma de amar extremamente maravilhosa. Ele me fez apenas uma pergunta: “Que fazes aqui?”
            Rapidamente me recordei do divino propósito e da santa missão que nos foi designada. Devemos ser o ombro amigo para os que precisam, o refúgio e consolo para os desamparados e a fonte de esperança para este mundo sem luz, e isso não se resume apenas em pregar o evangelho e sim em viver o evangelho. Essa não deve ser apenas a nossa missão, mas o nosso estilo de vida.
            “O que estou fazendo para abreviar a volta de Cristo?”, foi mais um questionamento que me sobreveio, e confesso que não fiquei feliz com a resposta que encontrei. Por diversas vezes tenho me feito satisfeita com os prazeres desta vida e em busca do comodismo e de maiores vantagens terrenas tenho me desanimado e me tornado desobediente a Deus deixando a minha missão de lado. Tenho me esquecido de que fui comissionada por Deus para pregar o evangelho, a fim de que todos sejam preparados para o Seu grande dia. Se hoje estou aqui é porque Deus quis e o que devo fazer é apenas a vontade Dele.
            Infelizmente, até algumas coisas boas da vida que nos foram dadas pelo próprio Deus são passageiras e não importa o que façamos, um dia, elas poderão acabar, isso é natural do mundo de pecado em que vivemos. Mas independente do mal e da perda que nos sobrevenham devemos ter sempre em mente O QUE FAZEMOS AQUI e que é nossa função florescermos onde estivermos plantados.
            Se algum dia você se sentiu desanimado e impotente como eu, o melhor conselho que eu posso lhe dar é: “Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração”. (Salmos 37:4)
           

sábado, 7 de janeiro de 2012

Desertos


Muitas pessoas dizem que é apenas quando tudo vai mal em nossas vidas que nos lembramos de Deus e nos apegamos a Ele. Infelizmente isso é uma grande verdade. Quando estamos em meio ao conforto, a estabilidade financeira, cobertos por planos de saúde e outras regalias dizemos ser dependentes de Deus, mas na verdade somos dependentes apenas desses recursos, pois infelizmente nem gratos a Deus nós somos direito. Não sou teóloga, portanto não sei quão certo meu pensamento está a respeito, mas pensando neste assunto resolvi criar uma teoria que tem sido muito útil para mim e que diz, “Deus, às vezes permite que caminhemos e passemos por alguns desertos para o nosso próprio bem”.
Desertos? Como assim? Os “desertos” contidos na minha teoria não são literais, aquele local de muita areia e de um calor causticante, e sim simbólicos. Eles simbolizam cada situação triste e ruim que passamos na vida.
Enquanto o povo de Israel morava no Egito, apesar de serem escravos, eles usufruíram de algumas coisas que eles com certeza não iriam ter no deserto, e talvez seja por isso que eles reclamavam tanto. Eles reclamavam por comida, água e pela falta do conforto do Egito, mas apesar de o deserto não oferecer muita coisa, eles nunca ficaram sem a providência e a companhia do Senhor. Na verdade, aquele tipo de vida só era possível por causa de Deus e de suas bênçãos ilimitadas.
Vemos na Bíblia que, nas experiências do deserto, vez após outra, as pessoas tem tido em Deus o suprimento suficiente. Foi assim com o povo de Israel, durante os 40 anos que eles viveram no deserto, na tentação de Cristo no deserto, após 40 dias de intensa comunhão com o Pai e até mesmo com Hagar e seu filho quando eles fugiram para o deserto.
Em nossa vida espiritual, as situações devem ter apenas dois objetivos distintos. Independente de quão boas ou ruins sejam as situações devemos ser sempre gratos a Deus e manter o louvor a Ele em nossos lábios. Mas quando a situação é muito ruim, um verdadeiro “deserto”, talvez ela esteja acontecendo para nos lembrar do quanto somos dependentes de Deus e que sem Ele nada seríamos.
Portanto, façamos nossas as palavras escritas pelo apóstolo Paulo em 2 Coríntios 12:9 e 10. “(...) me gloriarei nas fraquezas para que sobre mim repouse o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte.”

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Julgando o Livro Pela Capa

Conta a história, que um jovem senhor em mais uma de suas viagens de navio, foi conhecer o camarim 67, no qual ele ficaria hospedado durante aquela viagem. Ao chegar lá, teve também a oportunidade de conhecer um homem com quem ele iria dividir aquele aposento pelos próximos três dias. Educadamente eles se cumprimentaram e trocaram algumas palavras.
            Imediatamente, após ter acomodado a sua bagagem, separou todos os seus pertences mais valiosos e foi atrás de um marinheiro, afim de que este guardasse seus pertences em um cofre. Ao encontrar o marinheiro ele explicou que precisava de um pouco mais de segurança para guardar os seus pertences e por isso utilizaria o cofre do navio. Afirmou também que estava utilizando esse serviço, pois o homem com quem ele dividiria o quarto não inspirava ou aparentava muita confiança.
            Gentilmente o marinheiro pegou os pertences deste jovem senhor e disse que coincidentemente um outro homem havia ido guardar sua pequena fortuna no cofre do navio por um motivo igual ao dele. Ele também havia alegado que o seu companheiro de quarto não inspirava e aparentava confiança.
            Depois de guardar seus bens mais valiosos, ao assinar o papel que responsabilizaria aquele marinheiro pela segurança de seus pertences, ficou muito surpreso ao ver que o único usuário daquele serviço naquele dia era justamente o homem que dividiria o quarto 67 com ele.
            Jesus nos advertiu quanto a este tipo de comportamento em Mateus 7:1e 2, ao dizer: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também”.
            Uma vez eu tive a oportunidade de escutar esta história e também um conselho que complementa a fala do nosso mestre Jesus. “Não devemos julgar o livro pela capa, e sim pelo seu conteúdo”. Conhecer as pessoas é essencial antes de começarmos a estabelecer os nossos pré-conceitos.

sábado, 5 de novembro de 2011

A "Tal" da Sabedoria

Nunca me considerei a melhor aluna das classes em que estudei, mas sempre fiz muita questão de ser reconhecida como inteligente. Inteligência é dom, é atributo e é até charme. É uma qualidade positiva que dá prazer de ter ou de conhecer e conversar com alguém que tenha.  Amo ler, grifar e colecionar pensamentos que falem a respeito dessa maravilhosa característica que é a inteligência e que apesar de ser algo ambicionado de nada serve se não for utilizada com sabedoria.
Para mim a sabedoria é superior a inteligência, pois é totalmente possível ser sábio sem ao menos ter o estereótipo de inteligente que é atribuído pela sociedade. Assim como é, infelizmente, comum ser inteligente e não ser sábio. Tornando em vão toda a inteligência.
A Bíblia nos traz diversos conselhos quanto a utilização da inteligência e o cultivo da sabedoria, e inclusive, tem uma referência no assunto que é o Rei Salomão, o homem mais sábio que já existiu. Mas a algum tempo descobri um novo ícone, um outro homem talvez tão sábio quanto Salomão e a quem todos nós chamamos de Jó.
Jó destacasse dentre outros personagens bíblicos por conta da sua enorme resiliência e confiança em Deus, mas em Jó 42:2-6 ele se destaca também por outra coisa.
“Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.”
Nestes textos bíblicos Jó se apresenta como um homem sábio, pois demonstra praticar um dos principais princípios da sabedoria, a humildade. Ele assume e confessa que não entende de muitas coisas, que está a aprendê-las e que Deus é bem melhor do que ele. O mundo necessita de homens humildes como Jó, mas a humildade é pra poucos, é para os sábios.
A humildade e outros atributos estão presentes apenas naqueles que buscam agir com sabedoria, mas como conseguir essa tal sabedoria? A Bíblia também nos dá essa resposta.
“Se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria, e da Sua boca vem a inteligência e o entendimento”. (Provérbios 2:3-6)
Se buscares ao Senhor com sinceridade e pedirdes a Ele inteligência e sabedoria, com certeza Ele estará sempre pronto a atender o seu pedido assim como atendeu o de Salomão.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Meditando

Olá pessoal!!

Infelizmente ñ tenho sido muito assídua em minhas postagens aqui no blog. Na realidade tem me faltado tempo e inspiração para escrever, portanto, orem quanto a isso. rs... Tenho estado bastante ocupada com os requisitos da faculdade e com os preparativos para o Encontro de Jovens com Cristo que iremos realizar daqui a 11 dias. Inclusive, peço oração por isso também. =P

Todos os dias que acesso a internet eu penso: "Tenho que postar algo novo no blog!" Mas a correria do dia a dia acaba me impedindo de fazer isso. Hoje eu acordei pensando nisso novamente e para ñ deixar de realizar o meu desejo pelo menos desta vez, resolvi postar alguns parágrafos que li durante o meu culto e meditação pessoal. Eu os achei muito lindos e eles tocaram ao meu coração. Espero que toque o seu também.

Tenham todos um bom dia!! =D
Belle


"O cristão que o é em sua vida privada, na renúncia diária do eu, na sinceridade de propósito e pureza de pensamento, em mansidão sob provocação, em fé e piedade, em fidelidade nas coisas mínimas, que na vida familiar representa o caráter de Cristo, esse pode ser mais precioso aos olhos de Deus que o missionário ou mártir de fama mundial Parábolas de Jesus, 403.
Não a soma do trabalho que executamos, nem seus resultados visíveis, mas o espírito com que o fazemos, é que o torna valioso para Deus Parábolas de Jesus, 397.
A aprovação do Senhor é dada, não por causa da grandeza da obra efetuada, ou por terem sido alcançadas muitas coisas, mas por causa da fidelidade mesmo em poucas coisas. Não são os grandes resultados que obtemos, mas os motivos que nos levam à ação, o que pesa à vista de Deus. Ele preza a bondade e a fidelidade mais do que a grandeza da obra realizada Testimonies for the Church 2:510, 511.
Não passeis por alto as coisas pequenas, esperando por uma grande obra. Podeis fazer com êxito a obra pequena mas falhar completamente ao tentar uma obra maior, e cair em desânimo. Lançai mão de qualquer obra que virdes ser necessária. Quer sejais rico quer pobre, grande ou humilde, Deus vos chama para efetuar um serviço ativo para Ele. Será fazendo com todas as vossas forças o que vos vier às mãos, que desenvolvereis talento e aptidões para a obra. E é negligenciando vossas oportunidades diárias que vos tornais infrutíferos e áridos. É esta a razão por que há tantas árvores estéreis no jardim do Senhor TS3:348."

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ainda Existem Vantagens no Casamento

Estou em uma faze de minha vida em que estou presenciando casamentos de vários amigos meus. Parece que todo mundo resolveu casar por agora e somente neste ano já contei 10 casamentos para os quais eu recebi convite. E como uma boa mulher romântica, quando possível, gosto de estar em todos, logo, haja tempo, dinheiro e disposição. rs...  Acontece que estes acontecimentos me fizeram pensar um pouco mais sobre o casamento, não pensando e sonhando com o meu grande dia, mas sim no propósito de Deus para este relacionamento.
Fiz uma pesquisa rápida na Bíblia sobre este assunto e fiquei satisfeita com tudo o que eu li. Em Psicologia, aprendemos que nós seres humanos somos seres sociáveis, ou seja, dependemos e precisamos ter relacionamentos inter-pessoais pois só assim iremos nos desenvolver e saciar muitas de nossas necessidades. O próprio Deus confirmou isso quando disse “Não é bom que o homem esteja só.” (Gn. 2:18)
Infelizmente, com a entrada do pecado no mundo, o princípio do casamento criado por Deus para nos fazer felizes vem sendo deturpado e até mesmo ignorado. As pessoas estão procurando outras formas de encontrar felicidade em seus relacionamentos que não são nem um pouco parecidas com o propósito de Deus para nossas vidas. O tempo vai passando e o pecado faz com que nos esqueçamos até mesmo das vantagens que um casamento pode proporcionar quando realizado segundo a vontade de Deus.
Para mim o maior benefício está no que a unidade entre marido e mulher pode proporcionar. Primeiramente devemos entender que o casamento envolve renúncias. Homem e mulher devem estar dispostos a abandonar tudo o que pertence a antigos compromissos e estilos de vida com objetivos individuais para só então casarem-se. Após unirem os seus objetivos em um só e decidirem caminhar sempre juntos, eles mesmos perceberão que juntos eles serão muito melhores do que sozinhos, pois “melhor é serem dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão.” (Ec. 4:9-12)
Ao ler a Bíblia, aprendi que o casamento é um milagre de três faces. Ele é um milagre biológico, pois a partir dele duas pessoas se tornarão uma só carne; é um milagre social, onde não há só a união de duas pessoas diferentes, mas também de duas famílias e contextos sociais; e por fim é um milagre espiritual, pois a união de um casal em matrimônio é algo tão nobre e divino que foi escolhida por Deus para ilustrar o Seu relacionamento com a Igreja.  
Se você se encontra na mesma faze em que eu estou em que seus amigos estão todos casando, na se desespere! Antes de tomar esse grande passo em sua vida tenha certeza de que você está casando por amor e segundo a vontade de Deus. Lembre-se e reflita que a felicidade só virá após a renúncia do próprio eu, que “a união faz a força” e que o casamento é a proposta de relacionamento mais linda que Deus poderia nos dar. Nenhuma relação humana é superada pelo laço entre marido e mulher, quando estes buscam colocar a Deus no centro de suas vidas e de seu casamento, pois “o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade.” (Ec. 4:12)

domingo, 9 de outubro de 2011

Deus de Aliança

A semana que antecedia um projeto missionário que eu estava ajudando a coordenar foi extremamente corrida. Não parava de andar de um departamento para o outro dentro do IAENE em busca das resoluções dos últimos preparativos. Mesmo em meio a tanta correria pude sentir paz por alguns minutos enquanto caminhava clamando a ajuda de Deus e agradecendo porque até ali Ele havia nos guiado. Neste mesmo instante eu olhei para o céu e me deparei com um dos arco-íris mais lindos que eu já vi, ele possuía todas as cores e estava bem visível em um céu azul e cheio de nuvens branquinhas. Imediatamente me lembrei que o meu Deus é um deus de alianças e honesto em cumpri-las.
Existem várias citações bíblicas que nos apresentam alianças feitas por Deus com os seus filhos. Logo no Éden encontramos a aliança de Deus com Adão e Eva feita através do símbolo da árvore da vida. Infelizmente eles descumpriram com a parte deles na aliança ao comerem do fruto daquela árvore, e como toda aliança divina implica em bênçãos como conseqüência da obediência a Deus e em maldição para a desobediência a Deus, Adão e Eva tiveram que colher os amargos frutos provenientes de sua escolha.
No entanto, Deus é misericordioso e por mais que venhamos romper com a nossa parte na aliança Ele imediatamente providencia uma solução. No caso de Adão e Eva a solução foi o plano da redenção que consistia na vinda do Filho do Homem a esta terra de pecado para dar a sua vida em prol da salvação de todos os pecadores. Essa aliança foi incondicional, ou seja, independente do ser humano cumprir ou não a vontade de Deus, mesmo assim Jesus Cristo viria e morreria por cada um de nós. Com isso entendemos que a salvação é para todos e apenas aqueles que não crerem em Jesus e não aceitarem a salvação dada por Ele irão colher conseqüências ruins.
A aliança que Deus fez com Noé após o dilúvio também foi incondicional, pois Deus sabia que o a raça humana continuaria tendo um coração egoísta mesmo após o dilúvio, mas mesmo assim Deus prometeu que jamais destruiria a terra novamente e assim como na criação do mundo recriou tudo novamente a partir do caos.
Nos momentos em que você estiver passando por tribulações e verdadeiros “dilúvios” de problemas “entregue o teu caminho ao Senhor, confie nEle e o mais Ele fará” (Salmos 37:5)  e lembre-se que Deus renova as suas alianças de geração a geração.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Melhor Conselheiro

“Bendigo o Senhor, que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina.” Salmos ‘6:7
Gosto de pensar que o meu Deus é um deus versátil, pois serve para todas as ocasiões. Quando precisamos de proteção, Ele é o nosso protetor e quando estamos em aflição Ele é a nossa paz. Deus é o Alfa e o Ômega, o nosso Bom Pastor e o Deus Todo Poderoso. Ele é nosso Pai, nosso Juiz e a Luz que nos guia. Ele é tudo o que precisamos independente das circunstâncias.
            Diante da imensidão dos adjetivos divinos encontrei um que não é menos importante, mas que por vezes é esquecido. Deus também é o nosso Conselheiro!
            É difícil de entender porque nós, mesmo sabendo que Ele tem conhecimento a respeito de tudo, não pedimos conselhos a Deus. Teimamos em fazer tudo conforme a nossa própria vontade e chegamos até a interromper os perfeitos planos de Deus que são sempre bem melhores que os nossos. Parece brincadeira, mas Deus se preocupa com os mínimos detalhes e Ele gostaria que eu e você O consultássemos antes de qualquer coisa, como por exemplo, fazer uma compra seja ela de roupas ou de um carro.
            Fico imaginando os inúmeros conselhos que já pedi aos meus amigos e no quanto pedi a Deus. Com certeza Deus fica tão triste quanto eu ao ver que esse número é muito pequeno. Por isso, tenho me policiado para que minhas orações a Deus não sejam apenas de pedidos e sim como verdadeiras conversas com um grande amigo.
            De agora em diante quero me esforçar para dar prioridade aos conselhos divinos porque Ele sim sabe o que é melhor para mim. Apenas o Deus que me aconselha “me fará ver os caminhos da vida; apenas na presença Dele há plenitude de alegria, a Tua direita encontro prazer eterno.” (Salmos 16:11)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ah se meu zelo deixasse...


    “O meu zelo me consome, pois os meus adversários se esquecem da tua palavra” Salmos 119:139

Quando criança tinha o sonho de ter um lindo caminhão visto no jornal semanal, e a vontade de tê-lo era tão grande que fazia de tudo para ser o mais “obediente” à minha mãe para ganhá-lo. Então o grande dia chegou e no dia das crianças eu ganhei o meu tão sonhado caminhão amarelo e preto, com rodinhas de borracha e com uma pá “mecânica”.
Mas o meu carinho e zelo pelo pequeno caminhão, era tão grande que nunca o levei pra brincar na rua, no barro, coisas que qualquer criança faria, mas o meu caminhão ficava lá na caixa guardado...
Sabe, em nossa vida cristã podemos ser semelhantes com a minha pequena história. Queremos Deus, queremos busca-lo sempre e ler Sua palavra, mas depois da leitura da mesma parece que temos um “zelo” por ela e não a transmitimos para tantos que ainda não a conhecem. Queremos “guardar” Jesus apenas para nós. Hoje, para anunciarmos a volta de Jesus, megafones e grandes celebrações, não são mais importantes do que o seu exemplo pessoal, seu exemplo como cristão, e o principal deles é seguir o que você lê e pôr em prática tudo aquilo que tem como objetivo após a leitura das Sagradas Escrituras.
Que o nosso “zelo” pela Palavra de Deus nunca nos faça negligenciar o nosso principal objetivo aqui na terra, que é mostrar a Deus através de nosso testemunho pessoal.

(Texto enviado por Victor Elias)

sábado, 17 de setembro de 2011

Jovens Cristãos

Quando o assunto é Jovem cristão, imediatamente lembro-me de José e de sua fidelidade a Deus, mas para variar um pouco, resolvi meditar em mais outros exemplos bíblicos. Depois de folhear algumas páginas da Bíblia, contemplei a história de Daniel que venho ouvindo desde pequena, mas que apenas agora eu a admirei da forma que ela merece.
Conta a história que Daniel e três amigos foram levados cativos para uma terra distante e pagã. Por serem de boa aparência, estudantes e de “sangue azul” eles não se tornariam escravos, mas seriam treinados para serem sábios que servissem aquele reino.
Sem conhecimento algum sobre os princípios cristãos de saúde, e achando que estava oferecendo o melhor para aqueles jovens, o rei servia-lhes as finas iguarias de seu reino e o seu próprio vinho, mas diz a Bíblia que “Resolveu Daniel [e seus amigos], firmemente, não contaminar-se com as iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia.” (Dn. 1:8) Mesmo temeroso quanto a um possível castigo do rei, o responsável por aqueles jovens permitiu que eles fizessem um teste de comerem apenas legumes e água por uma semana, caso eles não ficassem saudáveis ao final deste prazo eles teriam que retornar a dieta real.
O final da história é lógico. Daniel e seus amigos não só ficaram saudáveis como se destacaram dentre todos os jovens que estavam sendo treinados para as mesmas funções que eles. “No fim dos dez dias, a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei.” (Dn. 1:15)
Em outro versículo deste mesmo capítulo vemos que a saúde, a inteligência e a sabedoria destes jovens tiveram uma única fonte, Deus. Eles se mostraram jovens cristãos verdadeiros, e não apenas circunstanciais. Por terem sido fiéis até mesmo no pouco, recusando uma dieta reprovada por Deus, eles foram imensamente recompensados por Ele. E quando é Deus quem nos recompensa podemos multiplicar as bençãos recebidas por 10. (Dn. 1:16 e 20)
“Pelo exemplo de Daniel e seus companheiros em Babilônia, vemos ser impossível atingir a norma que o Senhor quer que Seus filhos alcancem, praticando uma fácil e acomodatícia religião que deixa fora os princípios, e é regida pelas circunstâncias. Os jovens que querem servir ao Deus do Céu, não podem se entregar as diversões mundanas, comer iguarias enervantes, ou beber bebida forte, por estas coisas lhes serem postas adiantes pelos ricos e honrados do mundo, a quem temem ofender como uma recusa a seus favores. Talvez pensem que foram especialmente honrados, e que a cortesia requer que aceitem os favores que lhes são oferecidos; a lealdade a Deus, porém, deve ter precedência, e temer ofender ao Senhor do Céu é que deve reger o cristão. O rei da Babilônia pensava estar concedendo grandes valores a Daniel, e as seus companheiros; porém eles respeitavam mais os mandamentos de Deus do que os favores do rei. ...Deus honrou a Daniel, e honrará todo jovem que seguir a orientação tomada por ele e honrara a Deus. (The Youth’s Instructor, 25 de outubro de 1894)


FELIZ DIA DO JOVEM ADVENTISTA!! =D

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Com que roupa eu vou?

Embora eu me considere uma mulher prática na hora de me vestir já perdi as contas de quantas vezes tive dúvidas do que usar. Sempre que isso acontece costumo perguntar a minha mãe e a minha irmã o que elas usariam se fossem eu e de vez em quando isso dá certo, já em outras vezes pode causar maior estresse.
Diante de tantas opções realmente tem-se tornado cada vez mais difícil escolher o que vestir, mas eu como mulher cristã deveria me preocupar com apenas uma coisa. Será que o que eu vou vestir agrada a Deus? Será que eu estou sendo modesta conforme a Bíblia nos ensina?
Lendo o livro A Ciência do Bom Viver, pude encontrar algumas regrinhas que deveriam ser seguidas por todas as mulheres que querem ser belas não apenas diante dos olhos das pessoas, mas também diante dos olhos de Deus. São elas:
1.    Nosso vestuário não deve ser dispendioso. – O dinheiro é um presente de Deus e não nos convém gastá-lo apenas na satisfação do nosso orgulho e da nossa ambição. Há muitas pessoas que não tem dinheiro para comprar o que comer e muito menos o que vestir, enquanto outras pessoas gastam exageradamente com coisas fúteis. “No professo mundo cristão gasta-se com jóias e vestidos desnecessariamente caros o que seria suficiente para alimentar todos os famintos e vestir todos os nus. A moda e a ostentação absorvem os meios que poderiam confortar os pobres e sofredores.” (CBV – pag. 118)
2.    O vestuário deve ser escolhido mais com vistas a durabilidade do que a aparência. – Nossas roupas devem ser de boa qualidade e adequadas ao uso, devem também proporcionar agasalho e a devida proteção. Quando visamos a qualidade e a durabilidade de nossas roupas, evitamos que venhamos a gastar mais dinheiro em um curto espaço de tempo de forma desnecessária.
3.    Nossas roupas devem ser saudáveis. – Acima de tudo, Deus quer que nós tenhamos saúde de corpo e de alma, as quais podem ser promovidas pelo vestuário saudável. Por vezes encontramos pessoas que preferem se vestir visando apenas a beleza esquecendo-se do conforto. O desconforto também pode ser um agente prejudicial a nossa saúde. Não vale a pena vestirmos roupas ou calçarmos sapatos que prejudiquem a circulação sangüínea em nosso corpo assim como não vale a pena nos vestirmos de maneira muito sensual, pois esses costumes poderão nos trazer males irreversíveis e prejuízos a nossa saúde.
4.    As roupas devem possuir graça, beleza, conveniência e simplicidade natural. – Uma das características do povo de Deus é justamente a sua beleza natural, beleza proveniente de uma vida guiada pelos princípios divinos. Quando seguimos estes princípios nos sobra pouco para fazermos. “Cristo nos advertiu contra o orgulho da vida, mas não contra a sua graça e beleza naturais. Apontou as flores do campo, aos lírios desabrochando em sua beleza, e disse: “Nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles” (Mt 6:29). Assim, pelas coisas da natureza, Cristo ilustra a beleza apreciada pelo céu, a graça modesta, a simplicidade, a pureza, a propriedade que Lhe tornariam agradável nossa maneira de vestir.” (CBV – pag. 119) Não devemos nos vestir apenas de forma bela, devemos visar também a praticidade e a conveniência de estarmos vestidos conforme o evento e o local em que formos estar. Devemos ter em vista também a simplicidade, pois como dizem muitos estilistas renomados “ser simples é ser elegante!”
5.    Fazer mudanças no vestuário só por amor da moda não é aprovado na palavra de Deus. – Perseguir as mudanças da moda nos prejudica ao esbanjar o nosso precioso tempo e o dinheiro além de prejudicar também ao nosso irmão mais simples que por não ter como acompanhar a moda sente-se humilhado. Por causa da moda, lares vêm sendo destruídos sem que seus membros percebam, pois os pais tem dedicado todo o seu tempo para trabalhar afim de ganhar dinheiro para custear os seus luxos e os de sua família; as mães tem devotado a moda o precioso tempo que deveria ser para o seu relacionamento com os filhos e para ensiná-los sobre Jesus; e os filhos, por sua vez, tem aprendido desde cedo a se apegar a coisas frívolas e assim esquecem-se de Deus, Aquele que deveria ter sempre a primazia em nossos pensamentos.
Quando formos nos vestir devemos escolher roupas que mantenham a nossa beleza natural, nossa alegria, paz de espírito, moralidade e a modéstia cristã. Devemos ser simples e honestos em tudo o que fizermos, inclusive na forma de nos vestirmos. Deus quer que continuemos belas, mas que sejamos belas principalmente diante Dele. O vestuário que escolho hoje pode me ajudar na conquista de um vestuário eterno que são as vestes brancas, as vestes da justiça. E então? Que roupa você vai usar?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Creia e verás a glória de Deus!

Há algum tempo, tenho começado a desenvolver o hábito de anotar textos bíblicos, ilustrações e outras idéias durante sermões que tenham me tocado, e isso tem me ajudado a reproduzir a mensagem quando é necessário, seja para outras pessoas ou apenas para mim. Tem mensagens que tocam tanto ao nosso coração que deveriam ser repetidas constantemente por nós, para que nunca as esqueçamos.
Nesta semana eu tive o privilégio de escutar uma das pregações mais lindas que eu já vi. O pastor nos trazia três itens em que devemos crer os quais irei citar a seguir.
Primeiramente e preferencialmente devemos CRER EM JESUS, pois Ele tem a autoridade sobre a vida e a morte e, portanto poder para nos conceder vida eterna. “Disse-lhes Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem CRÊ em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e CRÊ em mim não morrerá eternamente.” (João 11:25 e 26)
Aquele que teve a oportunidade de conhecer a Jesus e creu Nele, conseqüentemente também CRERÁ NO PODER DE JESUS. O poder de Jesus existe para acompanhar-nos diariamente e assim dar-nos forças para prosseguirmos na caminhada cristã. “Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.” (I Corintios 2:5) Nos mantermos no caminho certo é um verdadeiro milagre que ocorre todos os dias em nossas vidas unicamente como conseqüência do poder divino.
Por fim, para todo aquele que decidiu crer em Jesus e em Seu grandioso poder, é tida a necessidade de aprender a CRER NOS MÉTODOS DE JESUS, independente de quais sejam eles. “O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor.” (Provérbios 16:1) Na maioria das vezes, os planos de Jesus para as nossas vidas e a forma de executá-los são um pouco, quando não totalmente, diferentes do que planejamos. Mas quando nos entregamos totalmente em Suas mãos, confiantes em Sua pessoa, Seu poder e na eficiência de Seus métodos, podemos descansar tranquilamente na certeza de que Ele sabe sempre o que é melhor para nós.
A vida torna-se muito mais agradável quando conhecemos e aprendemos a crer e a confiar em nosso Criador, Salvador e Mantenedor. A partir de então, conseguiremos enxergar a glória de Deus nas mínimas coisas que nos rodeiam, pois o próprio Jesus disse que “se creres, verás a glória de Deus.” (João 11:40) Ter a presença da glória de Deus em nossas vidas é um privilégio concedido apenas para os que crêem, creia você também.